13.6.06
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| Olá. Meu nome é Arcindo. Sou um executivo com carreira desenvolvida na empresa Holcim, sendo que nos últimos 11 anos ocupei cargo de Gerente Geral nas Áreas Técnica e Operacional com forte envolvimento na área Comercial. Tenho vivência internacional - Europa, América Latina e Estados Unidos - envolvendo atividades no Setor de Concreto Dosado em Central. Sou graduado em Engenharia Civil na Universidade Mackenzie, com especialização na Suíça e Estados Unidos, tendo fluência em inglês e espanhol. Atualmente tenho desenvolvido atividades de consultoria técnico comercial em algumas empresas tais como Degussa CC (antiga MBT), Holcim Brasil, Construtora Cyrella, ABESC, ABCP, Pedreira Basalto, Estacas Benaton etc. Este "Blog" tem por objetivo estabelecer contatos e compartilhar conhecimentos na área de estruturas de concreto e assuntos correlatos. Telefone:55-11-9115-9952 e-mail: avm@terra.com.br POR QUE OS ENGENHEIROS NÃO COBRAM CONSULTA? Se você fizer essa pergunta (a do título deste artigo) para 10 engenheiros, é provável que receba 9 respostas do tipo "engenheiros não cobram consulta porque os clientes se recusam a pagar". Ponto final. Assunto encerrado! Então vamos escrever um artigo, sobre outro assunto: Por que os clientes se recusam a pagar consultas feitas a engenheiros? Bom. Aí a conversa já é outra. Para responder a essa pergunta é preciso tentar entender o que passa na cabeça do cliente. Um bom começo é tentar pensar como um deles: você estaria disposto a pagar para saber se o dia já amanheceu? Pagaria para saber quem ganhou o campeonato de beisebol do Canadá? Quanto você pagaria pela informação sobre o resultado das eleições no Canta Galo Futebol Clube, de Rio do Sul? Se você ainda não sacou o talão de cheques você já começou a entender o conceito: um cliente só paga por uma informação se ela tem algum valor para ele. Os clientes, via de regra, não aceitam pagar por consultas de engenheiros porque, para eles, essa informação não tem valor. Mas, veja bem, eu não disse que a informação não tem valor. Eu disse que o cliente acha que a informação não tem valor. É diferente. A questão está no que o cliente pensa. A percepção do cliente é o que importa. É aí que está todo o problema. Informação é a palavra chave de praticamente todo serviço de engenharia. Você pode dizer que vende projetos, consultorias, assessoramento técnico", "administração ou acompanhamento de obras"... Mas, seja qual for a sua resposta ela pode ser reduzida a uma única palavra: INFORMAÇÃO. Empresas de engenharia, sejam elas do tamanho que forem, são, essencialmente, usinas de processamento de informação. O que nós vendemos para o mercado é informação. O que os clientes querem de nós é informação. Esse é o nosso produto. Consulta é um serviço muito especial. Trata-se de informação em estado puro. É um serviço de inteligência. É o que nós temos para vender. Não podemos DAR a única coisa que temos para VENDER. A maioria dos profissionais de Engenharia comete o pecado da Consulta Grátis, entre outras coisas por não sabe o que está fazendo. Isto mesmo. Nós não nos damos conta de que estamos dando de graça exatamente aquilo que temos para vender: INFORMAÇÃO. Engenheiros não cobram por consultas por, basicamente, três motivos: 1. Medo da rejeição: muitos profissionais acham que se cobrarem (ou ameaçarem cobrar) por consulta técnica serão rejeitados pelos clientes. Isto é um problema de Auto-estima. De autoconfiança. Em outras palavras, o profissional não tem certeza de que o que ele tem a dizer é realmente importante e tem valor comercial 2. Excesso de Zelo: além disso, temos as travas deixadas em nosso subconsciente pela nossa formação (pela faculdade). Estamos sempre em busca da perfeição, da exatidão, da definição perfeita. Com isso, muitas vezes não nos damos conta de que um simples "SIM ou NÃO" podem ser muito importantes para o cliente e podem ser vendidos por um bom preço 3. Dificuldade para a precificação: a prestação de serviços apresenta uma natural dificuldade para a precificação. As consultas técnicas têm, ainda, o agravante de serem produtos novos, sem tradição. Isto significa o seguinte: não temos referências de como cobrar por isto. Engenheiros que queiram começar a cobrar por consultas devem começar por 5 regras básicas: 1. Falar menos. Trata-se de uma ATITUDE importante: Isso vai valorizar as suas conversas. Não fale mais do que o necessário. Deixe que as pessoas (os clientes) queiram ouvir o que você tem a dizer. 2. Deixar claro, desde o início da relação com o cliente, que o seu produto é INFORMAÇÃO (e não projeto, acompanhamento de obra, responsabilidade técnica, etc). Isso já muda a referência psicológica do cliente e prepara terreno para uma negociação mais produtiva. 3. Desenvolver o hábito de avaliar o valor que as suas informações terão para quem as recebe (o cliente). O que ele fará com elas (as informações) ? Que lucros obterá? Que prejuízos poderá ter em caso de não receber suas informações? Que prejuízos poderá ter se seguir outras informações (erradas)? 4. Observar qual é o nível de consciência do cliente sobre o que foi visto no item 3. Caso o cliente não tenha esta consciência, converse com ele a respeito. Faça-o ver que ele está querendo/precisando de alguma coisa (que você tem, para vender) que é importante para ele. Pedreiros, carpinteiros, azulejistas eletricistas e encanadores vendem potencial de mão de obra (força física, habilidades específicas...). Você vende informações. 5. Não entregar o ouro. Ser inteligente. Avaliar a situação com os olhos do cliente. Se você fosse ele, quais informações seriam as mais importantes? No que você estaria, realmente, interessado? Quanto valeria a pena pagar por isso? Nunca perder de vista que Consulta é uma Informação que um especialista fornece a alguém, que, por sua vez, precisa dela (da informação) para resolver um problema qualquer. Uma consulta tem valor para quem recebe a informação. Portanto, precisa ter preço. ÊNIO PADILHA |
| DICAS PARA OUVIR MELHOR Primeiro, comprometa-se a melhorar sua capacidade de ouvir. Crie um objetivo: aumentar os lucros da empresa, ser um líder melhor, ser promovido, entre outros. Você só se desenvolve se encontrar um motivo para tal. Pratique humildade. Você só pode ouvir atentamente a outra pessoa se calar a voz interna que diz que você é mais importante e sabe mais que todos os outros. Mais importante que mostrar o quanto você sabe, é demonstrar o quanto você se importa com aquela pessoa ou problema. Pratique ficar calado por alguns instantes, para dar a chance da pessoa concluir seus pensamentos. O silêncio é desconfortável para ambos os lados, então deixe que seu interlocutor o preencha. Muitas vezes, a informação mais importante é revelada nesse momento. Faça perguntas. Mesmo que sejam apenas "...e depois?" Encontre um ponto comum, em que vocês dois concordem. Isso ajuda a construir um ambiente empático. |
| sexta-feira, 5 de agosto de 2005 |
| Cura do Cancer A Universidade de Oxford e a empresa de tecnologia norte americana United Devices estão acelerando as pesquisas de novos medicamentos contra o câncer usando a ociosidade dos nossos computadores para processar informações sobre moléculas e proteínas que teoricamente poderiam combater a doença. Eles pretendem analisar 250 milhões de moléculas por meio da "computação distribuída" ou grid computing e com isso encurtar o ciclo de desenvolvimento de remédios para a cura do câncer. Hoje já reúnem mais de 2,5 milhões de computadores em mais de 200 paises. O projeto entrou no ar em 2001 e, em seis meses, reuniu o equivalente a 80 mil anos computacionais de trabalho. A universidade envia 100 moléculas além de um software chamado "Think" e modelos de proteínas alvo conhecidas por estarem envolvidas no desenvolvimento do câncer. Isso nos dá a chance de ajudar a quem está doente, não custa nada, o computador não tem de ficar ligado na Internet para trabalhar e você ainda fica com um protetor de tela que mostra o trabalho que está sendo analisado. Uma em cada quatro pessoas em todo o mundo desenvolve alguma forma de câncer. Se você quer ajudar, pode fazer o download no site da United Devices : http://www.grid.org/download/gold/download.htm Caso 1 milhão de pessoas usem o programa uma única vez, será possível estudar as 250 milhões de moléculas em 1 ano!! |
| sábado, 30 de julho de 2005 |
| OS SETE PECADOS EM GESTÃO DE PESSOAS Quais são os principais deslizes cometidos por corporações de todos os portes quando o assunto é gestão de pessoas? A consultora Cirléia Bloemer Wessling listou os sete principais pecados. "Os pecados estão bastante relacionados, uma vez que a pessoa certa no lugar errado pode gerar baixo desempenho, que pode gerar investimentos errôneos em capacitação e a perda possível de um profissional que teria um excelente desempenho em outra área ou função", explica. Por outro lado, ganha pontos a empresa que decide por desenvolver critérios de desempenho, oportuniza o direcionamento de seus profissionais para a busca de resultados melhores e o direciona as ações de capacitação. "A ausência de um plano de sucessão também é conseqüência das ausências dos outros itens, pois na medida em que a empresa investe nas ações de gestão de RH, pode estar identificando mais claramente seus talentos e possíveis sucessores", sugere. Eis os pecados: 1. Ausência de um plano de sucessão: a ausência de profissionais preparados para assumir posições estratégicas na empresa gera diminuição da velocidade e perda de competitividade. Um plano de sucessão é fundamental para a sustentação e continuidade do negócio. 2. Seleção inadequada de profissionais: investimentos desnecessários com contratações errôneas são desencadeados por falta de alinhamento do perfil profissional à estratégia organizacional. 3. Dinheiro gasto com treinamentos inadequados ou a não realização: a ausência ou falta de planejamento em ações de educação/capacitação gera uma falta de alinhamento das pessoas aos valores e competências requeridas pela empresa, fundamentais para o alcance de metas. 4. Ausência de avaliação de desempenho: a falta de critérios claros e transparentes em relação àquilo que se espera das pessoas pode gerar desperdícios de ações mais eficazes. 5. Pessoa certa no lugar errado: muitas vezes um profissional é alocado para uma determinada área e função, mas suas competências poderiam ser maximizadas se estivesse em outra posição. Mapear o potencial destes profissionais, para então direcionar sua atuação e carreira gera maior aproveitamento dos recursos humanos. 6. Estrutura de remuneração inadequada: é preciso estabelecer critérios claros de remuneração e, além disso, identificar os diferentes desempenhos e resultados apresentados pelas pessoas. Contratos variáveis com base em desempenho são uma boa alternativa. 7. Não retenção de talentos: resultado da ausência das ações acima citadas e que resultam em perdas de profissionais diferenciados para o mercado. |
| As dez dicas para escrever artigos opinativos Opinar não é mais privilégio de jornalistas. Nos sites informativos, blogs e páginas pessoais, todos podem colaborar, mas nem sempre têm sucesso. Com a explosão da informação, é cada vez mais difícil obter a atenção dos pedestres virtuais, que não têm tempo. Querem o relevante, o útil. A meta é envolvê-lo do título ao ponto final. Depois de mais de vinte anos redigindo reportagens e, nos últimos oito, colunas na web, reuni o filé mignon para servir à mesa. Rezo que você chegue até à última garfada! 1. Bata no lugar certo Escolher o tema é chave. Até grandes colunistas optam por assuntos desinteressantes ou se repetem. Fuja disso. É melhor escrever pouco e bem, do que aparecer todo dia e ser o chato de plantão. 2. Seja original O assunto bom é figurinha manjada. Conheça a opinião alheia e procure ser diferente. Se não tem nada a acrescentar, ajude ao planeta: fique quieto! 3. Respeite a paciência Em jornais impressos, com certeza, terá limitações. Mas na web respeite a paciência de quem vai lê-lo. Um texto longo tem ser algo m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Mais que duas telas? Nem sua mãe vai aguentar! 4. Enxugue sempre Consegue-se com a prática deixá-lo curto e gostoso: frases e parágrafos curtos. É o principal exercício de quem redige bem. Claro que existem estilos e faniquitos, mas se vai escolher algum: opte pelo mais limpo e simples. 5. Dê pausas Frases soltas com o fechamento de uma idéia bem sacada, mesmo a piada, dão ritmo, despertam mentes e dão fôlego. Pince, separe e dê destaque. 6. Feche para cima Não saia da festa à francesa. Coloque ao final algo forte, impactante, que amarre tudo. Desperte a vontade de lê-lo novamente; 7. Mantenha lógica e ritmo Leia em voz alta para saber se a junção dos parágrafos faz sentido e surfa como um tubo perfeito. (Recorro ao programa Ciberbuddy http://thecyberbuddy.com/index.html, que lê o texto para mim). 8. Elimine erros Depois do revisor ortográfico, procure crases e concordâncias que, nem sempre, o programa descobre. É ótimo quando um bom revisor humano corrige, veja o que foi alterado e anote. Crie a lista "principais bobeiras" e recorra a ela a cada nova revisada. 9. Limpe bem Evite repetir palavras, use o dicionário de sinônimos. Elimine desnecessários um, uns, uma, umas; o, os, a, as; ele, eles, ela, elas, eu, nós; seu, seus, sua, suas. Experimente retirá-los e verá, que na maioria dos casos, sobram. 10. Titule como um pescador Terminado o trabalho, titule bem. Coloque uma boa isca, pois entre tantas opções em páginas, boletins eletrônicos o peixe escolherá o anzol mais interessante. |
| sábado, 12 de março de 2005 |
| Concrete Ideas: http://infiniti.msn.com/?id=28 |
| terça-feira, 8 de março de 2005 |
| Como atrair Clientes? Na visão de cem executivos de empresas entrevistadas por "InterScience" nas áreas de alimentos e bebidas, automobilístico, de serviços, supermercadistas, de lojas de departamentos, eletroeletrônico, farmacêutico, químico, petroquímico e financeiro, ter uma logística ágil e eficiente é o fator mais importante para conquistar e manter novos clientes. Também o pacote de produtos é importante para obter novos clientes, mas para mantê-los, ter atendimento cordial e eficaz além de constante evolução tecnológica é o que mais pesa. Veja as respostas: O que é importante para atrair novos clientes? Logística ágil e eficiente 68% Pacote de produtos e serviços 62% Atendimento cordial e eficaz 56% Constante evolução tecnológica 55% Política Comercial Diferenciada 40% Comunicação diferenciada na forma e no conteúdo 31% O que é importante para manter os clientes atuais? Logística ágil e eficiente 77% Atendimento cordial e eficaz 46% Constante evolução tecnológica 40% Política Comercial Diferenciada 37% Pacote de produtos e serviços 26% Comunicação diferenciada na forma e no conteúdo 13% Estes dados estão na Revista Carta Capital de 23 de junho de 2004 |
| Sugestões sobre o Uso de Argamassa Mormix® para Aplicadores no Revestimento Interno: 1) Pergunte ao Mestre, ao Engenheiro ou ao Projetista de Revestimentos se há alguma orientação especial para esse trabalho: juntas, aplicação de telas, fixação de alvenaria, etc. 2) Verifique se tudo de que você precisa está no local de trabalho. 3) Corrija as imperfeições das paredes, preenchendo furos, blocos quebrados e removendo rebarbas de argamassa e arames. 4) As paredes de devem estar limpas: sem pó, graxa, gesso ou qualquer outra impureza que atrapalhe a aderência da argamassa . 5) Na alvenaria: aplique o chapisco bem distribuído e fechado, no mínimo 3 dias antes da aplicação da argamassa. 6) Na estrutura: Aplique o chapisco para concreto com desempenadeira denteada. 7) Cure o chapisco, molhando-o várias vezes após a aplicação, durante as primeiras 12 horas. Isso faz com que ele fique mais resistente!! 8) Inicie a aplicação da Argamassa Mormix® pela estrutura de concreto. 9) Sarrafeie e desempene no tempo certo para evitar fissuras falta de aderência. 10) Respeite o tempo de uso da Argamassa Mormix® 11) Verifique se o serviço ficou bem feito após 7 dias da aplicação, fazendo o teste da percussão, batendo com um martelo de plástico, verificando se há locais com baixa aderência (som oco). Verifique também se há fissuras. 11) Qualquer dúvida entre em contato com o Mestre ou o Engenheiro. |
| Sugestões sobre o Uso de Argamassa Mormix® para Aplicadores no Revestimento Externo: 1)Pergunte ao Mestre, ao Engenheiro ou ao Projetista de Revestimentos se há alguma orientação especial para esse trabalho: sobre frisos,juntas, aplicação de telas, fixação de alvenaria, etc. 2)Siga a seqüência correta de balançadas; 2.1) Suba escovando a estrutura de concreto com escova de aço e retirando as rebarbas de argamassa e arames. 2.2) Desça lavando com jatos de água sob pressão. A superfície deve ficar limpa: sem pó, graxa ou qualquer outra impureza. 2.3) Suba chapiscando e corrigindo as imperfeições da superfície, preenchendo furos e blocos quebrados. 2.3.1) Na alvenaria: Aplique o chapisco, bem distribuído e fechado, no mínimo 3 dias antes da aplicação da argamassa. 2.3.2) Na estrutura: aplique o chapisco para concreto com desempenadeira denteada. 2.4) Desça revestindo, seguindo os demais itens. 3) Inicie a aplicação de argamassa pela estrutura de concreto. 4)Sarrafeie e desempene no tempo certo para evitar fissuras falta de aderência. 5)Respeite o tempo de uso da Argamassa Mormix® 6)Revestimentos com mais de 5 cm precisam de tratamento especial, por exemplo, usar telas. Verifique no projeto de revestimento o que fazer nesses casos. 7) Verifique se o serviço ficou bem feito após 7 dias da aplicação, fazendo o teste da percussão, batendo com um martelo de plástico, verificando se há locais com baixa aderência (som oco). Verifique também se há fissuras. 8) Não polvilhe cimento, gesso ou qualquer outro material para chegar no ponto. Não vai funcionar!!! 9) Qualquer dúvida entre em contato com o Mestre ou o Engenheiro. |
| Fatos sobre a Construção Civil A Construção Civil tem uma formidável capacidade de gerar empregos. Ela absorve mão-de-obra menos especializada em seus canteiros de obras, emprega engenheiros, arquitetos e consultores. E isso somente na fase de construção de um prédio. A cada 1 milhão de reais investidos na Construção Civil, são gerados 65 empregos diretos, indiretos e induzidos. Ainda, na fase de ocupação do prédio, são empregados zeladores, porteiros, vigias, faxineiros e administradores de condomínio. 96% das empresas de construção civil são micro e pequenas, e empregam até 49 pessoas. Isso ocorre em um pais cujo déficit habitacional aproximado é de 6,7 milhões de moradias, concentrado nas famílias com renda de até 5 salários mínimos!! |
| Atrasos de pega no Concreto Tem ocorrido a incidência de concretos que tem a sua pega alterada em usuários de concreto dosado em central. Isso geralmente é causado por uma dosagem excessiva de aditivos plastificantes base lignosulfonatos. Essa dosagem excessiva se dá no caso de dosadores manuais em função de um erro do operador da central que tem de colocar uma pequena quantidade de aditivo (aproximadamente 1 litro/m³ de concreto) quando os outros materiais componentes do concreto são colocados em grandes quantidades. Outra possibilidade é o mal funcionamento do dosador de aditivos "automáticos". O dial do dosador indica a quantidade correta, mas a quantidade colocada no concreto é muito maior. Ao usuário do concreto sobra a alternativa de comunicar o seu fornecedor de concreto, cuidar para que a cura úmida seja muito boa e aguardar que o concreto comece a endurecer. O melhor é esperar no máximo 3 dias sendo que se nada ocorrer o concreto deve ser removido. É muito importante monitorar o concreto já que as resistências iniciais serão muito baixas podendo haver sérios danos no momento de desformar o concreto. |
Fatos sobre disponibilidade de água: - Não existe vida onde não há água. - Um dos maiores tormentos é a sede. - O ser humano não pode ficar não pode ficar mais de 4 dias sem tomar água. - A Organização Mundial da Saúde ensina que precisamos de 40 litros de água por dia para manter a saúde. - Existe 1,2 bilhão de pessoas que não dispõe de água potável no mundo que representa 20% da população. - Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo. - Na América Latina a água não chega a 78 milhões de habitantes ou 15% da população regional. - No Brasil, 31 milhões carecem de água de qualidade. - Estima-se que 45% dos brasileiros ainda não recebem serviços de água tratada e 96 milhões de pessoas em todo o país vivam sem rede de esgoto. - Na Grande São Paulo, metade da disponibilidade de água está afetada pela existência de lixões sem qualquer tratamento sanitário. - Um paulistano gasta por dia, em média, 200 litros de água. O ideal para evitar desperdícios, segundo a SABESP, seria 120 litros/dia. - Nos paises pobres, 1 entre 5 crianças morre antes dos 5 anos por causa de doenças relacionadas com o uso de água. - A ONU afirma que em 2.050 - talvez antes - 40% da humanidade terá de enfrentar graves problemas devido à poluição das águas. - Vem aumentando a escassez de água doce devido à devastação das matas e à contaminação dos mananciais por resíduos industriais, agrotóxicos e por dejetos urbanos. - Água no mundo: De cada 1.000 litros de água, 965 litros são salgada. 10 litros estão em lagos de água salgada, água subterrânea salina ou salobra. Sobraram 25 litros de água doce sendo que Quase 17,5 litros estão congeladas, sobretudo na Antártica e na Groenlândia. Cerca 7,5 litros é subterrânea e fica em lençóis muito profundos, de exploração difícil. Sobraram 0,06 litros de água doce para os rios e lagos! - Diariamente mais de 300.000 m³ de esgoto são lançados diretamente no Rio Tiete. Cerca de 35% vêm do lixo, jogado pela população na rua ou diretamente no rio. Quando passa por São Paulo, o rio morre, pois tem taxa de oxigênio na água igual a ZERO. Até agora, já foi gasto U$ 1,5 bilhão em tentativas de recuperar o rio. No Ceará, Paraná, Santa Catarina e na bacia do Rio Paraíba do Sul (180 municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro) já existe a cobrança pela captação da água. - 70% da água disponível é usada para a produção de alimentos. - Para produzir 1 tonelada de grãos são necessárias 1.000 toneladas de água. - A população mundial aumenta 80 milhões de pessoas por ano. |
| Pavimento Rigido Os caminhões gastam até 11% menos combustível quando trafegam sobre pavimento de concreto, em comparação com o que consomem rodando sobre asfalto. É o que revela um estudo do Centro de Tecnologia de Transportes de Superfície do governo do Canadá. A pesquisa mostra que o impacto econômico da opção pelo concreto pode ser significativo. Estimativas feitas a partir de dados do estudo mostraram que, no caso do Canadá, a economia de combustível poderia chegar a US$ 67 milhões ao ano, caso suas principais rodovias fossem pavimentadas em concreto. Realizada ao longo de nove meses, a pesquisa canadense confirma os resultados de estudos anteriores (que indicavam economia de até 20%), mas com metodologia científica muito mais precisa: é a primeira a isolar o fator tipo de estrada (asfalto ou concreto) de outros que também influem no consumo, como regularidade da rodovia, temperatura, velocidade, peso e configuração aerodinâmica e mecânica dos veículos (todos eram eletrônicos). Ou seja, o estudo privilegiou a observação das diferenças de consumo em cada um dos dois tipos de pavimento, comparando situações onde as demais variáveis ficavam constantes. Assim, os pesquisadores concluíram que, em todas as temperaturas e velocidades, o consumo de combustível de caminhões de portes variados foi menor sobre concreto do que sobre asfalto, sendo que as diferenças foram de 11% para 100 km/hora, 8% para 75 km/h e 6% para 60 km/h. Nas temperaturas mais elevadas, o consumo ora manteve-se estável, ora aumentou, resultado que foi atribuído ao fato de o asfalto deformar-se mais que o concreto quando sujeito ao calor. Isso explicaria também porque, nos trechos menos irregulares da estrada, os pavimentos de asfalto apresentaram maior variação de consumo segundo a estação do ano, com incremento de gasto no verão. Amolecida pelo calor, a superfície de asfalto tende a "prender" as rodas dos veículos. Essa diferença só é perceptível quando se comparam estradas de concreto e asfalto em boas condições. A pesquisa mostrou ainda que, nas rodovias de concreto, as alterações no peso dos caminhões tiveram impacto menor sobre o consumo de combustível. Ou seja, aumentar a carga dos caminhões provoca um incremento de consumo menor quando o veículo roda sobre concreto do que quando roda sobre asfalto. Custos de construção - Outros estudos comprovam vantagens adicionais do pavimento de concreto. Com custos de construção atualmente competitivos, o pavimento de concreto apresenta durabilidade cerca de cinco vezes maior que o asfalto, exigindo até 85% menos manutenção. Além de não se deformar nem formar trilhas de roda quando sujeito às cargas pesadas, o concreto resiste melhor às variações climáticas: não oxida quando sujeito a chuvas e ao calor. "No concreto, a primeira operação de manutenção deve ser feita dez anos depois da instalação", garante o engenheiro Márcio Rocha Pitta, diretor da Associação Brasileira de Pavimentação (ABPV) e especialista que pesquisa o assunto há mais de 20 anos. Por isso, levando-se em conta os gastos com manutenção durante 20 anos, o custo do pavimento de concreto pode ficar 60% inferior ao do asfalto, para tráfego pesado, segundo estudo da ABCP feito para uma concessionária de rodovia federal. Além dessa redução de custos, o pavimento de concreto propicia importantes ganhos econômicos indiretos por preservar as vias públicas em boas condições de circulação por mais tempo. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) dá uma boa idéia da dimensão desses ganhos, ao colocar na ponta do lápis quanto dinheiro se perde em função das más condições de conservação das vias. O IPEA calculou que isso provoca um aumento de 38% nos custos operacionais dos veículos, de 58% no consumo de combustíveis e de até 100% no tempo de viagem. Para os especialistas, o pavimento de concreto é a solução técnica ideal para vias públicas com tráfego de veículos pesados ou tráfego igual ou superior a 10 mil veículos dia, embora seja viável também nos casos de fluxo menos intenso. Reduz acidentes - Além de economia de custos, menor necessidade de manutenção leva à redução de acidentes, já que os motoristas ficam menos sujeitos aos riscos provenientes de buracos, irregularidades e obras de restauração na pista. Outro estudo mostra que a distância de freagem fica reduzida em até 40% nas pistas de concreto quando comparadas às de asfalto, em condições ambientais críticas. Poupa energia elétrica - O pavimento de concreto ajuda também a poupar energia, uma vez que, com um piso mais claro, a luz se reflete melhor, podendo-se aumentar a distância entre os pontos de iluminação. Estudo realizado pelo Ministério de Transportes de Ontário, Canadá, mostra que, usando-se pavimento de concreto é possível aumentar substancialmente essa distância mantendo o mesmo padrão de iluminação, sem alterar a potência das lâmpadas. Isso permite reduzir o número de postes na proporção de 20 para 14, o que representa uma economia de energia elétrica de 30%. Outra qualidade do pavimento de concreto é esquentar menos, fator importante de conforto em países de clima quente como o Brasil. Por isso, o pavimento de concreto é apontado como o mais indicado para parques naturais porque não aumenta substancialmente a temperatura ambiente, já que reflete rapidamente os raios solares e dispersa o calor recebido. |
| NASCE UM PARADIGMA Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..." Você não deve perder a oportunidade de passar esta história para seus amigos, para que, vez por outra, questionem-se porque estão batendo... TRISTE ÉPOCA! "É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO". Albert Einstein |
Voando em "V" com a Máxima Qualidade Você sabia que os gansos voam em formação "V" ? E sabe porquê? Veja o que os cientistas descobriram: Á medida em que cada ave bate suas asas, ela cria um vácuo que serve de sustentação para a seguinte. Voando em formação V", o grupo consegue voar com pelo menos, 71% a mais de aproveitamento, do que se cada ave voasse isoladamente. Pessoas que compartilham um objetivo comum, com um sentido de time, chegam ao seu destino mais depressa e mais facilmente do que se o fizessem sozinhas, porque elas se apoiam na confiança e na solidariedade uma das outras. Sempre que um dos gansos saem fora da formação, ele repentinamente sente a resistência do ar e do atrito; e ao tentar voar só, ele rapidamente retorna à formação, para tirar vantagem do poder de sustentação da ave imediatamente à sua frente. Existe mais força, segurança e coesão em grupo, quando pessoas seguem a mesma direção, compartilham o mesmo objetivo, do que quando atuam isoladamente. Quando o líder se cansa, ele se muda para trás da formação, enquanto que a ave imediatamente atrás, assume a liderança, num perfeito revezamento. O revezamento é extremamente vantajoso quando se tem um trabalho árduo, por isso os líderes devem revezar. Os gansos de trás, grasnam para encorajar os da frente e manterem o ritmo e a velocidade. Cada um dos que trabalham no time necessita ser reforçado com apoio ativo e encorajamento, para que o ritmo do trabalho não seja quebrado, atingindo-se o objetivo comum mais rapidamente, onde todos saem ganhando. Quando um ganso adoece, ou se fere e deixa o grupo, dois outros saem da formação e o seguem, para ajudá-lo e protegê-lo. Eles o acompanham até a solução do problema, e então reiniciam a jornada, ou se juntam a outra formação, até que encontrem seu grupo original. Precisamos ser solidários. Não só nas palavras, mas, principalmente, nos atos. Assim vamos procurar nos lembrar, mais freqüentemente, de dar um grasnado de encorajamento e nos apoiar uns nos outros com amizade. |
| Concreto no Verão Durante o verão, freqüentemente encontramos a combinação de altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e alta velocidade do vento que alteram substancialmente o comportamento do concreto fresco e endurecido. As principais alterações são: 1) Tempos de Início e Fim de Pega mais curtos; 2) Rápida evaporação da água de amassamento; 3) Perdas rápidas de Slump; 4) Dificuldades na aplicação; 5) Aumento da tendência a fissuração; 6) Aumento da permeabilidade; 7) Aumento das deformações plásticas; 8) Dificuldades no controle do ar incorporado. Estas mudanças de comportamento podem ocorrer com todos os tipos, classes, marcas de cimento e principalmente com aqueles que tem alto calor de hidratação (CP V). Alguns cuidados podem ser tomados para minimizar os efeitos da combinação citada: a) Prever nos traços o uso de aditivos plastificantes associados com retardadores de pega ou aumento da dosagem do plastificante; b) Evitar o uso de cimento quente (limitar a temperatura máxima em 70º C); c) Pulverizar água nos montes de pedra; d) Evitar deixar os Caminhões Betoneiras e as Bombas expostas ao sol; e) Limitar o tempo de mistura e lançamento em, no máximo, 1 hora; f) Concretar após o almoço, pois a tendência da temperatura é diminuir no final da tarde. g) Molhar as formas cuidadosamente, antes e depois da concretagem. No caso de grandes volumes, devem ser retiradas em curto período de tempo, para dissipação do calor. h) Sempre que possível molhar a face externa das betoneiras e da tubulação da bomba; i) Informar aos clientes que a aplicação de concreto deve ser a mais cuidadosa possível, dando preferência a cura úmida com o cobrimento da superfície do concreto com sacos de estopa, algodão ou juta, durante ao menos 7 dias. Se ocorrerem ciclos úmidos e secos é muito provável o desenvolvimento de fissuras; j) Os corpos de prova moldados devem ser cuidadosamente estocados na obra, com a superfície coberta e na sombra. Devem ser recolhidos após 24 horas da moldagem e devem passar pelo processo de cura por imersão em água, preferencialmente. |
A Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, determinou que pessoas físicas ou jurídicas devem reduzir, reutilizar e reciclar os resíduos de construção, reformas, reparos e demolições. Os resíduos não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares, bota-foras, encostas, lotes vagos e corpos d'água. O Programa Municipal de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil fica a cargo das prefeituras e será analisado dentro do processo de licenciamento de projetos. Vejam os prazos: A partir de janeiro deste ano, todos os municípios devem ter elaborado seu Programa de Gerenciamento do Entulho. Após junho de 2004 os programas serão implementados e as prefeituras não mais poderão receber os resíduos de construção nos aterros sanitários. Depois de dezembro de 2004 quem não estiver enquadrado no programa, deve incluir os projetos de gerenciamento de resíduos nos projetos a serem submetidos à aprovação ou licenciamento das Prefeituras. O que fazer com os resíduos? Os Classe A (tijolos, blocos, cerâmicas, argamassa e concreto): reutilizar e reciclar como agregados ou encaminhar para reciclagem. Portanto é muito importante controlar a qualidade e quantidade dos materiais resultantes dos processos operacionais da sua obra ou da central de concreto para não ficar sujeito às penalidades previstas na Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12/2/1998).