30.7.06

 

A essência da estratégia

A palavra "estratégia" pode ser uma das palavras mais mal utilizadas e mais
mal-entendidas no mundo dos negócios hoje. Noventa por cento das vezes,
quando você ouve executivos falando sobre "estratégia", eles estão na
verdade, falando simplesmente sobre um plano. Mas "estratégia" implica muito
mais do que planejamento. Um jogo de xadrez bem jogado envolve estratégia.
Um jogo de paciência bem jogado envolve planejamento. Uma estratégia deveria
implicar o planejamento que é criado para eliminar um concorrente, ou para
derrotar o plano de um rival. Ela deve incluir medidas que levarão a uma
situação "vitoriosa" em uma competição com opositores, ou em uma batalha com
forças que estão contra o plano.

A definição militar de estratégia envolve o planejamento para alcançar o
sucesso em um ambiente hostil
, e pensamos que provavelmente é a melhor e
mais curta definição da palavra. Uma estratégia de negócios real, em outras
palavras, é um plano que antecipa as ações de seus concorrentes ou a
resistência dos outros.

*O que faz uma boa estratégia?*
Estreitar o foco é a essência da estratégia. Significa decidir de quais
oportunidades se deve abrir mão, como negócio. É umas das decisões mais
difíceis que qualquer empresa pode tomar. Qualquer empresa bem sucedida com
a sua estratégia competitiva geralmente o faz estruturando todo o seu
negócio ao redor da estratégia, desde a cadeia de suprimentos e
distribuição, até o recrutamento, a produção, a propriedade intelectual, e
até mesmo os relatórios financeiros. Freqüentemente, a própria estrutura de
negócios resultante dificulta, se não impossibilita, a se fazer tudo. A
estrutura do negócio, criada ao redor de uma estratégia, efetivamente faz a
escolha pela empresa.

A Southwest Airlines, por exemplo, é bem conhecida por sua excelente, e
altamente articulada estratégia que envolve serviços aéreos de baixo custo.
Esta estratégia é apoiada pela decisão de oferecer somente serviços ponto a
ponto, sem conexões, e através de regras de trabalho que permitem que os
empregados exerçam tarefas múltiplas. É apoiada pela decisão da empresa em
não oferecer refeições a bordo, em não oferecer assentos de primeira classe,
e nem mesmo de vender passagens através de canais tradicionais de agências
de viagens. A estratégia de baixo custo da Southwest é a razão por trás das
operações altamente eficientes de check in e embarque, fazendo com que os
intervalos entre os vôos seja de apenas 15 minutos, bem menos que o mínimo
de 30 a 40 minutos requeridos pelas outras empresas aéreas norte-americanas
nos vôos domésticos.

A Southwest poderia provavelmente atrair mais viajantes corporativos de alto
valor se oferecesse uma seção de primeira classe, comissões às agências, e
transferências de bagagens com outras empresas. O problema é que estas ações
eliminariam a sua estratégia competitiva, que é integrada na estrutura do
seu negócio. Os intervalos teriam que ser mais longos, as políticas com as
agências de viagens seriam mais custosas, o manejo das bagagens seria mais
difícil, e assim por diante. Similarmente, enquanto a empresa poderia
aumentar a satisfação do cliente ao servir refeições a bordo - pelo menos
nos vôos mais longos - isto, também, colocaria em risco sua estratégia como
um todo. Esta é a natureza de uma estratégia eficaz - abrir mão de algumas
coisas e recusar realizar atividades que não fortalecem a estratégia.

A FedEx iniciou suas operações competindo com as empresas de frete
tradicionais como a Airborne e a Emery. Estas empresas coletavam os pacotes
de tamanhos e pesos variados, e utilizavam aviões para enviá-los. No
entanto, ao invés de oferecer pacotes de qualquer tamanho, a FedEx
restringiu seu serviço à pequenos pacotes, que enviava em massa através de
seu próprio sistema de transporte aéreo hub-and-spoke, entregando-os ao seus
destinos utilizando seus próprios caminhões. Enquanto a FedEx era melhor que
seus concorrentes ao entregar pacotes pequenos e urgentes, ela teve que
ignorar a oportunidade de enviar pacotes de outros tipos.

Empresas com estratégias claras acreditam ser necessário fazer estas
escolhas. Elas dizem "não" para o que poderia, em outras ocasiões, parecer
oportunidades de negócios lucrativos - não porque elas não querem ganhar
dinheiro, mas porque elas querem, e toda a atividade deve promover as suas
estratégias competitivas se elas querem ser bem sucedidas.
Esta é pelo menos
uma boa razão porque é improvável que o McDonalds ofereça mesas com toalhas
brancas em seus restaurantes como um atributo adicional, e porque é
improvável que a empresa alemã de softwares SAP ofereça sistemas
operacionais para serem usados em desktops além de seus softwares
corporativos. Mesmo conglomerados diversos com múltiplas unidades de negócio
devem se assegurar que cada unidade individual possui uma estratégia clara
para obter o sucesso entre seus próprios grupos de concorrentes.

*Saber quando dizer não*
Para decidir se sua empresa tem ou não uma estratégia competitiva clara,
você precisa se perguntar que tipos de produtos você escolheria não
produzir, que serviços você não ofereceria, e que clientes você não
serviria.
Se você e os outros executivos da sua empresa responderam estas
questões da mesma maneira, então vocês têm uma estratégia clara que todos
entendem. Se não, vocês podem estar vulneráveis a um concorrente que tem uma
estratégia mais clara e mais eficiente que a de vocês.

Maximizar o Retorno sobre o Cliente requer que você faça escolhas; você deve
dizer "não" a algumas atividades que poderiam parecer atraentes. Certamente,
um aspecto chave desta estratégia e o princípio da seleção de clientes.
Talvez uma escolha mais difícil, no entanto, esteja envolvida simplesmente
no ato de tratar clientes diferentes de maneiras diferentes.
Quando a sua oferta antecipa uma necessidade individual do cliente, você
está por definição deixando de oferecer àquele cliente tudo o que você
poderia oferecer - e isto vai contra as práticas de marketing tradicionais.
O marketing tradicional se baseia em maximizar as vendas de produtos.

Cada um dos seus gerentes de produto quer expor seu produto ao maior número
de clientes e prospects possível. Para que você escolha não comunicar uma
oferta para um cliente simplesmente porque pode não ser tão relevante àquele
cliente em particular - bem, isto pode ser difícil, porque você está de fato
passando por cima de uma oportunidade de venda de um produto.

Quando você foca no valor total que seus clientes criam, você pode mudar a natureza do processo competitivo.

14.7.06

 

¿Qué quiere de su trabajo?

Dianne Durkin, autora de The Loyalty Advantage (Amacom, 2005), sostiene que para asegurar la lealtad de los empleados hay que empezar por entender lo que quieren obtener de su trabajo.
La gente quiere sentir que participa, que contribuye a la visión de la compañía, que vive según sus valores y la ayuda a posicionarse para tener éxito. Muchos, incluso, aspiran a hacer un aporte significativo al mundo a través de su trabajo.
Además, la gente quiere ser reconocida y recompensada por su participación y exige que le brinden oportunidades para aprender y crecer continuamente. Para satisfacer esas necesidades, se recomienda implementar las siguientes prácticas:
- Involucrar a la gente en la formulación de la visión.
- Mejorar la comunicación
. Durkan aconseja repetirles a los empleados la declaración de misión en cada oportunidad que se presente para recordarles cuáles son los objetivos y cómo los lograrán. De esta manera se mantendrá vivo el entusiasmo.
- También es preferible escuchar más que hablar. Y formular preguntas que permitan evaluar si los empleados entienden la visión y la participación que ellos tienen en hacerla factible, de la misma manera que usted.
- Medir constantemente el impacto de las iniciativas para fomentar la lealtad.
Fuente: Harvard Business School Publishing 

1.7.06

 

25 atitudes positivas para o trabalho

Tornar o cotidiano profissional mais leve e prazeroso às vezes só depende de
pequenas mudanças no modo de pensar, agir e reagir. Aqui, trabalhadores como você e especialistas em convivência e cooperação ensinam os passos para melhorar as relações, facilitar a comunicação e tornar as atividades
gratificantes. São conceitos atuais, mas que também encontram eco nos
milenares ensinamentos de sábios chineses e filósofos gregos. Confira os
bons conselhos de ontem, hoje e sempre.
Texto: Wilson F. D. Weigl

1 - Baseie sua liderança em valores éticos

"Os verdadeiros líderes se perguntam sempre qual é seu papel no mundo e se são mobilizados para a verdade, a bondade e a beleza. Eles se preocupam com questões dessa natureza porque sabem que contribuem para a evolução. Caso contrário, não são líderes"
Jair Moggi e Daniel Burkhard, consultores empresariais, no livro Como
Integrar Liderança e Espiritualidade (Negócio Editora/ed. Campus)

2 - Abra sua cabeça para as novas idéias

"O único meio de fortalecer o intelecto é não ter uma opinião rígida sobre
nada  deixar a mente ser uma estrada aberta a todos os pensamentos"
John Keats, poeta britânico (1795-1821)

3 - Seja organizado e disciplinado

"Quem a cada manhã planeja as atividades do dia e segue esse plano usa um
fio que vai guiá-lo através de um labirinto de uma vida bastante atarefada.
A organização disciplinada do tempo é como um raio de luz que se projeta em todos os seus compromissos. Mas onde não há um plano, onde a disposição do tempo fica simplesmente entregue ao acaso dos acontecimentos, logo reinará o caos"
Victor Hugo, escritor francês (1802-1885)

4 - Mentalize sempre o melhor

"Sempre que estou envolvido em algum desafio profissional, mentalizo coisas
positivas e peço proteção a meus guardiães espirituais. Quando vou ter que
enfrentar uma situação de confronto, imagino meu interlocutor calmo e a
conversação transcorrendo em clima amigável. Depois, quando alcanço o
objetivo, agradeço e acendo uma vela"
José Luís Baraúna, 39 anos, gerente de vendas, de São Paulo

5 - Equilibre trabalho e vida pessoal

"É um erro contar com o trabalho como única fonte de satisfação. Do mesmo
modo que os humanos precisam de uma dieta variada para manter a saúde,
também precisamos de atividades variadas que nos dêem a sensação de prazer e a satisfação. Alguns especialistas sugerem que um bom começo é fazer uma lista de coisas que você gosta de fazer, de seus talentos e interesses e até de coisas novas as quais gostaria de experimentar. Pode ser jardinagem, culinária, esporte, aprender uma nova língua ou se dedicar a um trabalho voluntário. Dessa forma, se passarmos por um período de baixa no trabalho, poderemos recorrer à família, aos amigos, aos passatempos e a outros interesses como fonte principal de satisfação. Quando a fase passa, podemos retornar ao trabalho com interesse e entusiasmo renovados"
Dalai-lama, no livro A Arte da Felicidade no Trabalho, com Howard C. Cutler
(ed. Martins Fontes)

6 - Mude sua rotina

"Quando nos sentimos desgastados pelas tarefas rotineiras, é hora de
descobrir como incorporar algum tipo de inovação em nosso trabalho. As
pesquisas internacionais mostram que hoje consegue se sobressair no ambiente de trabalho não aquele que chega trazendo novidades de fora, mas sim quem se mostra capaz de executar as mesmas funções de modo diferente. Todos os trabalhos incluem algumas atividades maçantes, como acontece com a própria vida. Pesquise, estude, olhe a seu redor e procure novas e mais estimulantes formas de executar suas velhas tarefas"
Marianita Xavier Crenitte, psicóloga e diretora da Novo Ser Consultores
Associados, de São Paulo

7 - Eleja prioridades

"Ao lado da nobre arte de conseguir fazer coisas, existe a nobre arte de
deixar as coisas por fazer. A sabedoria da vida consiste em eliminar o que
não é essencial"
Lin Yutang, filólogo e escritor chinês (1895-1976)

8 - Ouça realmente o que dizem a você

"Podemos até nos considerar bons ouvintes, mas o que fazemos na maior parte das vezes é ouvir seletivamente, fazendo julgamentos sobre o que está sendo dito e pensando em maneiras de terminar a conversa ou direcioná-la de modo mais prazeroso para nós. O ouvir ativo requer um esforço consciente e
disciplinado para silenciar toda a conversação interna, enquanto ouvimos
outro ser humano. Isso exige sacrifício, uma doação de nós mesmos para de
fato entrar no mundo da outra pessoa. O ouvinte ativo tenta ver as coisas
como quem fala as vê e sentir as coisas como quem fala as sente"
James C. Hunter, consultor de relações de trabalho americano, no livro O
Monge e o Executivo (ed. Sextante)

9 - Focalize-se no presente

"Concentre sua energia no momento sem se envolver demais com fatos do
passado e expectativas sobre o futuro. Nossa mente funciona como um
computador, guarda informações que precisam ser deletadas para a entrada de novos dados. Use todos seus talentos e suas competências para traçar o
caminho profissional do jeito que você quer que ele seja"
Francisco Cirilo, consultor empresarial da Dignity Holistic Institute, de
Campinas, São Paulo

10 - Seu trabalho é para você mesmo

"Quando temos a ilusão de estar doando nossa energia em proveito do chefe ou do empregador, corremos o risco de encarar as obrigações e responsabilidades como fardos. Mas se reformularmos nosso pensamento e tomarmos consciência de que nosso ofício nos traz remuneração  que nos proporciona fazer e comprar o que gostamos , que estamos sempre crescendo e aprendendo algo, descobriremos que somos nós mesmos os destinatários finais de todos nossos esforços"
Beatriz Cardella, psicóloga, de São Paulo

11 - Abra um sorriso  e o coração

"Sorria, seja prestativo e bem-humorado. Se conseguimos nos tornar um
ouvinte que melhora a auto-estima dos outros, as pessoas vão naturalmente
nos procurar e depositarão confiança em nós"
Gerald Michaelson e Steven Michaelson, consultores americanos, no livro Sun
Tzu para o Sucesso (ed. Cultrix), adaptação do livro chinês A Arte da Guerra
para o mundo dos negócios

12 - Perceba a grandeza de seu ofício

"Anseio por executar uma tarefa grande e nobre, mas é meu dever principal
executar tarefas humildes como se fossem grandes e nobres. O mundo é movido não só pelos vigorosos empurrões dos seus heróis mas também pelo conjunto dos pequenos empurrões de cada trabalhador honesto"
Helen Keller, escritora e ativista americana (1880-1968)

13 - Saia da roda da negatividade

"Sempre que estiver sob intensa pressão ou dominado por sentimentos
negativos, simplesmente pare. Saia da sala, tome um chá, respire, se
possível dê uma caminhada e desvie a mente do foco do problema. Procure
quebrar a seqüência do raciocínio pesado, sinta-se juntando forças para mais
tarde enfrentar o problema. Às vezes, simplesmente levantar da cadeira e
mudar de ares já ajuda a recuperar a leveza e encontrar um novo vigor para
tomar decisões"
Mário Enzo, administrador e consultor de empresas,de São Paulo, autor do
livro Empreendedor Zen  As Chaves da Prosperidade sem Estresse (ed. 21)

14 - Pratique a competição saudável

"A competição é salutar quando serve de parâmetro para clarear nossos
objetivos e servir de alavanca para o crescimento pessoal. Quando observamos o sucesso de um colega ou uma empresa concorrente, podemos retirar desse exemplo preciosas lições a ser aproveitadas no aperfeiçoamento profissional.
Com base nessa análise, podemos descobrir o que falta em nós para alcançar
resultados tão positivos"
Marianita Xavier Crenitte, psicóloga e diretora da Novo Ser Consultores
Associados, de São Paulo

15 - Saiba delegar

"Ninguém, com certeza, é capaz de assumir a liderança em todos os campos,
pois para um homem os deuses concederam as proezas da guerra, a outro, da dança, para outro, a da música e do canto e, em um outro, o todo-poderoso
Zeus colocou uma boa cabeça"
Homero, poeta grego que viveu no século 9 a.C. e escreveu a Ilíada

16 - Aceite as mudanças

"Aprendi com o budismo o significado da impermanência, de que tudo no
Universo está constantemente se transformando. Tinha dificuldade em aceitar
as mudanças, de emprego, de cargo, de colegas e colaboradores que entravam e saíam. No pensamento oriental, entendi que o Universo é sábio ao transformar nossos caminhos. E mesmo se for para algo mais difícil ou complicado, é porque essa experiência nos traz uma lição ou um aprendizado necessários.
Nada nem ninguém nos pertence e temos sempre que deixar algo para trás e
começar de novo"
Régis Aurélio Castro, 33 anos, representante comercial, de São Paulo

17 - Expresse emoções sinceras

"Compartilhar com os outros nossas opiniões e nossos sentimentos sinceros
gera uma relação de proximidade com as pessoas. Assim, criamos um ambiente de intimidade e camaradagem. Conquistamos algo ainda mais importante: fazemos com que os outros se interessem pelo nosso desenvolvimento pessoal"
Gerald Michaelson e Streven Michaelson, consultores americanos, no livro Sun
Tzu para o Sucesso (ed. Cultrix), adaptação do livro chinês A Arte da Guerra
para o mundo dos negócios

18 - Seja exigente na medida certa

"Não busque todas as qualidades em uma só pessoa"
Confúcio, sábio chinês (551-479 a.C.)

19 - Descubra sua vocação e estabeleça sua meta

"Conhecer quais são nossas metas mais íntimas é parte fundamental para se
sentir realizado profissionalmente. Sua vocação pode estar bem no fundo de
seu coração, como uma vontade, às vezes escondida até de sua parte
consciente. É preciso conhecer nosso 'arzoo', palavra indiana que designa o
desejo e a vontade do coração. Uma vez que conseguimos definir e estabelecer uma meta arzoo, nos equipamos com uma mola propulsora de motivação constante, de inesgotável força, que dificilmente será abalada"
Mário Enzio, administrador e consultor de empresas, de São Paulo, autor do
livro Empreendedor Zen  As Chaves da Prosperidade sem Estresse (ed. 21)

20 - Coloque-se no lugar dos outros

"Grande Espírito, ajuda-me a jamais julgar o outro até que eu tenha andado
em seus mocassins"
Prece dos índios sioux americanos

21 - Compreenda para ser compreendido

"Quando ouvimos mais com a intenção de compreender os outros do que com a de retrucar, começamos a construir a verdadeira comunicação. As oportunidades para falar abertamente e ser mais bem compreendido surgem de modo mais fácil e espontâneo. Procurar compreender exige consideração, procurar ser entendido requer coragem"
Stephen R. Covey, consultor de programas de liderança em mais de 100
empresas da lista das 500 maiores do mundo, em seu livro Princípios
Essenciais das Pessoas Altamente Eficazes (ed. Sextante)

22 - Não tome os conflitos pelo lado pessoal

"Se você está numa situação em que há colegas hostis ou supervisores
ríspidos, adotar uma perspectiva mais ampla pode ajudar: perceber que o
comportamento daquela pessoa pode não ter nada a ver com você, que devem existir outros motivos para aquele comportamento e não levar a coisa para o
lado pessoal. Na verdade, os acessos de hostilidade talvez tenham mais a ver
com problemas bem diferentes, talvez até com problemas em casa. Às vezes,
temos a tendência a esquecer essas verdades elementares"
Dalai-lama no livro A Arte da Felicidade no Trabalho, com Howard C. Cutler
(ed. Martins Fontes)

23 - Adoce as palavras

"Elogio ruidosamente, reprovo suavemente"
Catarina II, imperatriz da Rússia (1729-1796)

24 - E, depois do trabalho, relaxe...

"Os arqueiros curvam seus arcos quando querem atirar e os afrouxam quando o alvo é atingido. Se o arco fosse mantido sempre retesado, quebraria e
falharia quando o arqueiro precisasse dele. Assim é como os homens. Se
constantemente se dedicarem a um trabalho sério e jamais relaxarem um pouco com um passatempo ou um esporte, perdem o bom senso e enlouquecem"
Heródoto, filósofo grego (484-420 a.C.)

25 - Faça pausas para reflexão

"Todos os dias, paro alguns minutos e faço uma espécie de meditação, de
pausa interior, tentando observar de fora meus pensamentos. Nesse momento, saio do turbilhão mental  o meu próprio e o das outras pessoas  e consigo separar o que é realmente importante do que é descartável. Depois disso, as provocações e as picuinhas com colegas, por exemplo, parecem encolher, como se eu estivesse as vendo de longe. E consigo colocar em padrões mais aceitáveis a necessidade de cobrar  de mim mesmo e dos outros. Dessa perspectiva, com a mente calma, sinto que sou eu mesma quem dirige meus atos, e não os outros"
Daniella Tavares Amaral, 37 anos, empresária, de São Paulo

 

10 ensinamentos para crescer pessoal e profissionalmente

1. Renuncie à ansiedade. Não tente fazer tudo ao mesmo tempo para demonstrar competência e eficiência. Não corra riscos desnecessários somente para marcar posição.

2. Evite conflitos. A disputa por oportunidades tem o poder de jogar as
pessoas no pântano da discórdia. A administração de interesses divergentes é
missão de todos. A conquista por meio do conflito é perigosa.

3. Cuidado com a vitória. Comemore e vibre com o sucesso, mas fique atento
porque, às vezes, o resultado positivo oculta deficiências. Não deixe que o
êxito transforme seu comportamento. Afinal, você não vai ganhar sempre.

4. Aprenda com a derrota. Os tropeços e adversidades são a hora certa de
avaliar o cenário e preparar bases sólidas para retomar o caminho. Não é
fácil perder. Mas reaja. Afinal, você não vai perder sempre.

5. Cultive a paciência. O que à primeira vista parece ser mais atraente pode
não ser o melhor. Mantenha o comando da situação e não coloque tudo a perder com atitudes impensadas.

6. Busque a união. Partilhe e compartilhe tudo que estiver ao seu alcance.
Envolva a equipe e faça com que sintam-se parte de um todo. O comandante que protege seu exército pode contar com ele na hora da crise.

7. Estimule a sinceridade. O líder aumenta seu poder de influência quando
seus colaboradores percebem sua clareza de propósitos. Não se implanta a
sinceridade por decreto.

8. Ouça sempre. Evite se "encastelar" atrás de um cargo. Não feche os
ouvidos para opiniões e sugestões, nem freie a verve criativa dos
companheiros.

9. Libere a emoção. Lealdade, sucesso e alegria devem ser saudados
diariamente. Não desperdice esses tesouros, na vitória ou na derrota.

10. Tenha atitude. Posturas éticas e coerentes fazem a diferença.
Mantenha-se fiel a seus princípios: seja assertivo e sereno. Nada é eterno
na vida, principalmente no mundo corporativo.

Júlio Sérgio de Souza Cardoso é presidente da Ernst & Young Auditores
Independentes na América do Sul.

 

OS SETE PECADOS EM GESTÃO DE PESSOAS

Quais são os principais deslizes cometidos por corporações de todos os portes quando o assunto é gestão de pessoas? A consultora Cirléia Bloemer Wessling listou os sete principais pecados. “Os pecados estão bastante relacionados, uma vez que a pessoa certa no lugar errado pode gerar baixo desempenho, que pode gerar investimentos errôneos em capacitação e a perda possível de um profissional que teria um excelente desempenho em outra área ou função”, explica.
Por outro lado, ganha pontos a empresa que decide por desenvolver critérios de desempenho, oportuniza o direcionamento de seus profissionais para a busca de resultados melhores e o direciona as ações de capacitação. “A ausência de um plano de sucessão também é conseqüência das ausências dos outros itens, pois na medida em que a empresa investe nas ações de gestão de RH, pode estar identificando mais claramente seus talentos e possíveis sucessores”, sugere.
Eis os pecados:
1. Ausência de um plano de sucessão: a ausência de profissionais preparados para assumir posições estratégicas na empresa gera diminuição da velocidade e perda de competitividade. Um plano de sucessão é fundamental para a sustentação e continuidade do negócio.
2. Seleção inadequada de profissionais: investimentos desnecessários com contratações errôneas são desencadeados por falta de alinhamento do perfil profissional à estratégia organizacional.
3. Dinheiro gasto com treinamentos inadequados ou a não realização: a ausência ou falta de planejamento em ações de educação/capacitação gera uma falta de alinhamento das pessoas aos valores e competências requeridas pela empresa, fundamentais para o alcance de metas.
4. Ausência de avaliação de desempenho: a falta de critérios claros e transparentes em relação àquilo que se espera das pessoas pode gerar desperdícios de ações mais eficazes.
5. Pessoa certa no lugar errado: muitas vezes um profissional é alocado para uma determinada área e função, mas suas competências poderiam ser maximizadas se estivesse em outra posição. Mapear o potencial destes profissionais, para então direcionar sua atuação e carreira gera maior aproveitamento dos recursos humanos.
6. Estrutura de remuneração inadequada: é preciso estabelecer critérios claros de remuneração e, além disso, identificar os diferentes desempenhos e resultados apresentados pelas pessoas. Contratos variáveis com base em desempenho são uma boa alternativa.
7. Não retenção de talentos: resultado da ausência das ações acima citadas e que resultam em perdas de profissionais diferenciados para o mercado.

 

5W2H

A comunicação na empresa não pode ter falhas.
Principalmente quando estamos constantemente falando de
foco no cliente, de diferenciação, de atributos, de
valor agregado
. Não se deveriam cometer erros por que
alguém entendeu e repassou uma mensagem errada. Isso é
inaceitável e não pode acontecer na sua equipe. A partir
de hoje, você tem de prestar atenção e evitar que isso
aconteça.

Felizmente, você não precisa passar todo o seu tempo
atrás das pessoas, verificando se elas realmente estão
com a mensagem correta. Para isso,
você irá utilizar o
método 5W2H todas as vezes que uma mensagem importante e
estratégica tiver de ser passada.

O método 5W2H é um tipo de checklist utilizado para
garantir que a operação seja conduzida sem nenhuma
dúvida por parte das chefias e subordinados
. Os 5W
correspondem às seguintes palavras do inglês:
What (o que);
Who (quem);
Where (onde);
When (quando) e
Why (por que).
Os 2H são:
How (como) e
How much (quanto custa).
Ao definir uma ação que deve ser tomada, você
irá desenvolver uma simples tabela colocando nas colunas
os 5W2H.
A comunicação na empresa não pode ter falhas.
Principalmente quando estamos constantemente falando de
foco no cliente, de diferenciação, de atributos, de
valor agregado. Não se deveriam cometer erros por que
alguém entendeu e repassou uma mensagem errada. Isso é
inaceitável e não pode acontecer na sua equipe. A partir
de hoje, você tem de prestar atenção e evitar que isso
aconteça.

Felizmente, você não precisa passar todo o seu tempo
atrás das pessoas, verificando se elas realmente estão
com a mensagem correta. Para isso, você irá utilizar o
método 5W2H todas as vezes que uma mensagem importante e
estratégica tiver de ser passada.

O método 5W2H é um tipo de checklist utilizado para
garantir que a operação seja conduzida sem nenhuma
dúvida por parte das chefias e subordinados. Os 5W
correspondem às seguintes palavras do inglês: What
(o que); Who (quem); Where (onde); When (quando) e Why
(por que). Os 2H são: How (como) e How much (quanto
custa). Ao definir uma ação que deve ser tomada, você
irá desenvolver uma simples tabela colocando nas colunas
os 5W2H. Defina:

What - O que será feito (etapas)
Why - Por que será feito (justificativa)
Where - Onde será feito (local)
When - Quando será feito (tempo)
Who - Por quem será feito (responsabilidade)
How - Como será feito (método)
How much - Quanto custará fazer (custo)

O uso correto dessa ferramenta permite que gerentes e
equipes evitem mal-entendidos e desperdicem esforços.
Além disso, ajuda a padronizar processos, que é um dos
pontos-chave para o sucesso nas empresas.


O uso correto dessa ferramenta permite que gerentes e
equipes evitem mal-entendidos e desperdicem esforços.
Além disso, ajuda a padronizar processos, que é um dos
pontos-chave para o sucesso nas empresas.

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